Estou estudando húngaro, mas por motivos de falta de tempo, eu estudo sozinho, aí o nível de dificuldade aumenta.
Sei algumas palavras e, também, consigo formar algumas frases.
Tenho tentado colocar em prática o pouco que sei par ver o resultado, até aí notei uma evolução boa.
Eis que surge o dia do mico......
Entra no bonde uma tia com duas crianças que ficaram olhando para nós, talvez porque estávamos conversando em português. Faço careta para um deles, dou risada, chamo atenção, dou oi e aí penso: Vou dizer algo em húngaro. Mas o que dizer? O que sei não serviria para falar pra ele: Obrigado, desculpa, com licença, tchau, a conta por favor, boa noite, caderno, branco, preto, onde fica a parada de ônibus, filho da p***, cansado, passarinho, restaurante,1, 2, 3, 4, 5 entre outras coisas.
Vou formar alguma coisa, pensei. O mais infantil que sei é passarinho, sem titubiar e com aquela voz perguntei:
- Hol van a kismadár? (Onde está o passarinho?)
Juro que perguntei isso pra ele, mas na hora eu não me liguei e ainda insisti:
- Hol van? Hol van? Holan a kismadár? ( Cadê? Cadê? Cadê o passarinho? com aquela voz característica de tia quando ve um bebê, achando que criança vai entender)
A mãe da criança me olhou com uma cara, mas acho que ela entendeu a minha ingenuidade. O pior que a criança que se enfiou num canto e colocou a mão no 'passarinho' como se fosse proteger o danado.
Eu só fui me ligar disso depois que eu desci do bonde.
Que vergonha!
Abraços!
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
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4 comentários:
Ai Demis... que mente pervertida... falar uma coisa dessa pro mini hungaro!!! Só vc mesmo pra aprontar dessas
beijos
A dea, prometo que minha intenção era só puxar papo, prometo!
é um idioma difícil, com pouca semelhança da nossa. credo, não arriscaria nada. morreria de medo. beijos, pedrita
essas coisas só acontecem com o demis.
HAHAHAHAHHAHAAH
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